Neuroplasticidade
Nos primeiros anos, o cérebro cria conexões com mais facilidade e responde melhor aos estímulos das terapias.
Os primeiros anos de vida são uma janela única de desenvolvimento. Começar cedo o acompanhamento certo é o que mais influencia o futuro da criança, e é sobre isso que esta página fala.

Intervenção precoce é o conjunto de estímulos e terapias iniciado o mais cedo possível, ainda nos primeiros anos, para favorecer a comunicação, a interação e a autonomia da criança. Não é acelerar a infância: é dar o apoio certo no momento em que ele rende mais.
Nessa fase, o cérebro é altamente plástico, ou seja, forma e reorganiza conexões com muita facilidade. É por isso que os mesmos estímulos geram ganhos maiores quando começam cedo.
Nos primeiros anos, o cérebro cria conexões com mais facilidade e responde melhor aos estímulos das terapias.
Quanto antes começa o trabalho, maiores os ganhos em linguagem, interação e independência no dia a dia.
A intervenção precoce não muda quem a criança é, mas amplia as possibilidades dela para toda a vida.
No Crescer e Aprender, a intervenção precoce acontece dentro de um plano individual, com a abordagem ABA na base e as demais especialidades integradas, sempre pelo brincar e com a família participando.
Você não precisa ter certeza para procurar ajuda. Diante de qualquer sinal de atraso na fala, na interação ou no comportamento, uma avaliação já vale a pena, e pode ser o passo que muda o percurso do seu filho.
Como é a primeira avaliaçãoO quanto antes. Diante de sinais de atraso, não é preciso esperar a criança crescer nem ter um diagnóstico fechado para iniciar a estimulação. Os primeiros anos são os mais valiosos.
Não. A intervenção com crianças pequenas acontece pelo brincar, de forma leve e natural, respeitando o tempo de cada uma. Quanto mais cedo, mais o cérebro aproveita os estímulos.
Não necessariamente. Diante de sinais, já é possível iniciar a estimulação enquanto a avaliação segue. Perder tempo é o que a gente mais quer evitar.